sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Desigualdade entre homens e mulheres piorou. Igualdade só em 2234, segundo Fórum Econômico Mundial



Não vai ser no mundo da minha filha, das filhas dela nem das filhas das filhas das filhas das filhas das filhas... das filhas dela. A desigualdade salarial entre homens e mulheres, que já era ruim e tinha prognóstico de igualdade para daqui a 170 anos piorou e agora a nova data é daqui a 217 anos, em 2234.

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A desigualdade entre homens e mulheres voltou a crescer este ano após uma década de avanços, informou nesta quinta-feira (02/11) o Fórum Econômico Mundial (FEM). Segundo um estudo da organização, as desigualdades serão preciso mais 217 anos para que ambos os sexos tenham salários e representatividade iguais no mundo trabalho. No ano passado, a previsão era de que seriam necessários 170 anos se alcançar tal meta.
O relatório anual da organização sobre a igualdade entre homens e mulheres envolve 144 países e analisa a situação nas áreas de trabalho, educação, saúde e política.

Na área da educação, as diferenças são menores. Segundo a organização, seria possível atingir a igualdade de acesso à educação em apenas 13 anos. Já na política, pelo ritmo atual, seriam necessários 99 anos.

Somadas todas as categorias analisadas, o Fórum aponta que as mulheres só atingiram uma igualdade de 68% em relação aos homens. Ou seja, uma diferença de 32% nas oportunidades ainda persiste. Em 2016, o fosso era 31,7%. Foi o primeiro recuo no índice geral desde que o Fórum começou a compilar os dados, em 2006.

Já o Brasil aparece em 90º, tendo caído 11 posições em relação ao ano passado. E o país só vem ficando para trás desde que o Fórum começou a estudar o assunto. Em 2006, ocupava o 67° lugar no ranking geral.

O país aparece muito bem posicionado nas categorias de igualdade na educação e saúde, mas sua média é puxada para baixo por causa da desigualdade política e econômica.

Na política, o Brasil aparece na 110º posição, atrás de países como Marrocos, Mali e Argélia. No ano passado, a baixa representatividade de mulheres em ministérios do governo Michel Temer ganhou o noticiário internacional. O país também tem poucas mulheres no Legislativo. Na Câmara Federal, por exemplo, as mulheres conquistaram apenas 9,9% das cadeiras nas eleições de 2014. [Fonte: Deutsche Welle]

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