sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Ex-executivo do Facebook se refugia numa ilha com um AR-15 preparando-se para guerra que vem por aí: 'O desemprego vai a 50%'



"Em San Francisco, eu vi como o mundo será daqui cinco a dez anos [graças ao desemprego em massa]. Você pode não acreditar que está vindo, mas está - e tem a forma de um caminhão que dispensa motorista." 

Antonio Garcia Martínez tem 40 anos. Criou um aplicativo de venda de anúncios que foi comprado pelo Twitter e depois foi ser executivo no Facebook. Juntou dinheiro, comprou armas e munições e se mudou para uma ilha, onde se prepara para a guerra que vem por aí:

"Dentro de 30 anos, metade da humanidade não terá trabalho. E a coisa pode ficar feia, pode haver uma revolução. É por isso que estou aqui", diz ele em entrevista à BBC ao desembarcar armado com um fuzil em uma ilha próxima a Seattle, no noroeste americano, onde está criando um refúgio para se proteger caso a previsão se confirme.

(... ) Martínez deixa claro que será capaz de fazer isso ao atirar com uma AR-15 contra latas e garrafas de plástico que fazem as vezes de alvos improvisados à distância - e acertar todos eles.
"Há 300 milhões de armas nos Estados Unidos, uma para cada homem, mulher e criança, e a maioria delas estão nas mãos das pessoas que perderão seus empregos", afirma.
"Garanto a você que munição será a moeda corrente desse novo mundo."

Pesquisadores afirmam que em pouco tempo a criação de robôs vai levar o desemprego em massa a vários países, atingindo de forma ainda mais violenta os países em desenvolvimento, onde pode passar dos 50%.

Martinez afirma não ser o único: vários bilionários nos Estados Unidos estão partindo para criar seus próprios refúgios.

De fato, Reid Hoffman, cofundador da rede social LinkedIn, estimou em uma entrevista à revista The New Yorker que cerca de metade dos bilionários da região têm algum tipo de "seguro contra o apocalipse".
Mas e quanto ao restante das pessoas que não têm uma fortuna para investir em refúgios assim? Martínez garante não se preocupar com isso: "A vida é curta, e nós morremos sozinhos." [Fonte: BBC Brasil]

Em 1999, publiquei um livro chamado "A Fome e o Medo", que fala exatamente desse encontro previsto pelo grande geógrafo brasileiro Josué de Castro: "Haverá um dia em que os pobres morrerão de fome e os ricos de medo". Para comprar o livro em forma de e-book, clique aqui e vá à Amazon.


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Um comentário:

  1. Quando chegar a Revolução, eu quero participar dela. Mas as "zelites" preferem comprar ilhas e entulhá-las de armas e munições...

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